Com tantas orientações diferentes, afinal o que é ser uma boa mãe?!

Encontrei um post que resume minha forma de enxergar hoje a maternidade. Trata-se de uma visão histórica das “modas” ou estilos de educar filhos, mostrando quão absurdos eram orientações como “carregue seu filho o menos possível” ou “deixe- o chorar o mais que puder”. Daqui a alguns anos, o “parenting attachment” pode parecer tão exagerado quanto.

A autora conclui, depois de muita pesquisa, que ninguém estava ou está errado. Seguimos as recomendações científicas que fazem sentido na nossa época. Isso representa amor e cuidado pelos nossos filhos agora, da mesma forma como era amor às outras épocas. E, acima de tudo, algo que dois “padrinhos” meus me disseram quando engravidei: “Carol, não se preocupe, os filhos sobrevivem aos pais”.

Se tem algo que vou levar para a próxima aventura de engravidar é o seguinte:

  • me preocupar menos em seguir à risca as regras de psicólogos e médicos,
  • respeitar mais a experiência dos mais velhos e
  • saber que ser boa mãe significa apenas: sentir, observar e ter muita paciência
  • …em suma, amar e dar o meu melhor como mãe, sem neuras, é tudo que meu filho precisa

Aqui está o link para a reportagem…ale a leitura!

>>How parenting advice has changed

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Como fazer seu filho comer melhor?!!!

 

 

 

 

 

 

Por Indigui Darella

 

ChildPesticidesOrganicADHDMinha pequena sempre comeu muito bem, mas quando completou seu primeiro ano de vida começou a dar um certo trabalhinho neste aspecto. Comecei a ficar preocupada porque a maioria dos pratos que ela gostava muito de uma hora para outra começou a rejeitar. Ai veio a pergunta: o que fazer? Algumas vezes comia apenas 3 colheradas e não queria mais. Respirava fundo, mas tinha muita preocupação de que esse ritmo pudesse virar rotina e ela acabasse adoecendo, emagrecendo, enfim mãe já começa a pensar milhares de coisas, kkkkkk!!!!!! Algumas vezes assistia programas relacionados a educação infantil e todos deixavam bem claros sobre essa situação de quando a criança não quer comer, que o ideal é esperar a próxima refeição para oferecer comida novamente, senão a criança associa que quando não quer comer será oferecido outro alimento e ela poderá sempre pular a refeição escolhendo sempre o que quer comer, ou seja, as famosas besteirinhas. Nossa, quando lembrava disso meu coração ficava apertadinho, e me perguntava como vou esperar mais 2 horas e meia para oferecer algo para comer? Me sentia a pior mãe do mundo, confesso que apliquei esse método umas 3 vezes e foi muito eficaz. Nunca mais ela rejeitou a comida, mas isso não ensinou ela comer de tudo!!!!!!! Foi aí que tive uma ótima ideia de começar a ensinar minha pequena a cheirar as frutas e verduras, explicar pra ela como elas são importantes. Toda vez que eu vou cozinhar eu levo ela para cozinha, vou picar o alho e a cebola e apresento a ela todos temperos utilizados na refeição. Ela só tem 1 ano e 7 meses, mas acho impressionante como ela se interessa!!! Sempre deixo ela pegar e cheirar os alimentos até mesmo para ela conhecer melhor, porque ficar só falando acho que fica meio abstrato pra ela. Quando coloco para cozinhar e eu vou colocar o sal e experimento também deixo ela experimentar, a intenção é que ela participe mesmo no preparo dos alimentos. E ela acha simplesmente o máximo toda vez que me vê na cozinha já fala NHAMINHAM kkkkk que na língua dela é “comida” kkkkkkk!!!!!!!!!!!! chefmom-mom-and-children-making-salad Quando chega a hora da refeição arrumo a mesa pra nós duas, coloco o pratinho dela e duas colheres, uma pra ela comer sozinha e outra pra mim ajudar kkkkk, e claro deixo ela comer com a mão também, porque percebi que ela conhece melhor os alimentos quando ela sente a textura. Faz uma bagunça, mas não ligo não, acho até bem divertido. Depois que eu comecei a cozinhar com ela estou passando até um certo trabalho quando vou no mercado, porque chega na sessão das frutas e verduras ela fica realizada, se eu não cuido ela começa a morder os tomates, a maçã… peguei ela uma vez mordendo ate pimentão kkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!! De tanto que ela pegou gosto pelos alimentos é muito bonito, deu um certo trabalhinho, mais confesso que é bem satisfatório. Hoje minha pequena come de tudo, quando estamos na mesa ela pede a salada verde, come com muito gosto. Aqui em casa procuro fazer um cardápio bem variado, depois com calma juntamente com minha amiga Carol Guilen vamos passar sugestões de cardápios para crianças acima de 1 aninho. Fica a dica para a experiência com seus pequenos na cozinha, acho que vale a pena tentar. Bom por hoje é só pessoal, fiquem com Deus e até breve.

A primeira febre do bebê

Por Indigui Darela

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A primeira febre não é fácil, a preocupação é inevitável. Uma série de interrogações nos incomodam e o nosso coração fica apertadinho. Mas é assim mesmo e esse processo irá se repetir algumas vezes.

A febre é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção, Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção, e ela em si não é necessariamente prejudicial ao bebê.

– Bebê com menos de 3 meses: é importante procurar imediatamente o seu pediatra.

– Bebês acima de 3 meses: observe seu filho por 48 horas se ele tiver febre, e procure o médico depois disso. Mas busque ajuda imediatamente se ele estiver prostrado demais, ou com dificuldade de respirar. No caso de febres acima de 39 graus, é melhor falar com o pediatra mesmo antes das 48 horas.

Se for a primeira febre do seu bebê e você estiver preocupada, vale a pena telefonar para o pediatra para se tranquilizar. Só evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.

Meu bebê, quando teve sua primeira febre, levei ao pediatra, e ela não apresentava outros sintomas, então a pediatra orientou observar e se a febre persistir por 3 dias seria necessário avaliar novamente. Em muitos casos a febre desaparece, se caso não é possível detectar o que esta acontecendo só após 3 dias de febre. A orientação foi:

– antitérmico caso ela estivesse muito tristinha ou chorando muito, porque a febre da dor no corpo.

– não agasalhar demais o bebê, de preferência deixar com pouca roupa.

– banho morno pra ajudar a baixar a febre ou compressa fria.

– ingerir bastante água pra não ocorrer desidratação.

Como trabalho com florais de Bach, tenho sempre rescue remedy diluído em água mineral para essas horas de emergência – ajudam muito! – e a cromoterapia pra auxiliar na imunidade é excelente.

Nesses casos precisamos ter muita calma e dar muito amor aos nossos pequenos porque essas situações são inevitáveis.

 

Ser Mãe e /ou trabalhar: eis a questão!

Perto desse dilema, o “ser ou não ser” de Hamlet me parece fichinha. Vê se cresce, ô dinamarquês! Quero ver você dar conta de boletos a pagar, cobranças do chefe, cobranças de você mesma, compras no supermercado, escolinha, alimentação, educação dos pequenos, amamentação… ufa!

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A verdade é que é, de fato, dificílimo conciliar vida profissional e maternidade. Seja escolhendo ficar em casa em tempo integral com o bebê, seja trabalhar de casa, seja contratar uma babá, seja escolher um berçário. Todas as opções têm sua dose de ansiedade e frustração.

Eu tive a grande sorte de ser mandada embora logo após a licença maternidade. (sorte??) Ok, parece estranho mas é isso mesmo. Eu era bolsista de pesquisa na Universidade e quando fui chamada para uma reunião após os 4 meses em casa com a bebê, quando achava que estavam me chamando para planejar meu retorno profissional, recebi um balde de água fria: minha bolsa havia acabado. Assim, do nada. Sacanagem, né?

Mas o balde de água fria acabou se mostrando super refrescante! Pude me dedicar 24 horas por dia à minha pequena, primeira filhota. Claro que o orçamento apertou, mas graças a Deus tudo se ajeitava. Curti muito a maternidade e dei à pequena Julia a atenção que ela merecia. Amamentei-a exclusivamente até os seis meses com todo o conforto do lar.

Mas o tempo foi passando e a falta de se arrumar, sair para o trabalho e ter desafios profissionais começou a fazer falta. Afinal, eu era a jovem mulher que aspirava trabalhar na ONU, e nunca me imaginava ficar em casa cuidando de filhos. E a rotina de ser mãe em tempo integral, verdade seja dita, é muito mas cansativa que trabalhar fora. Estão enganadas as avós e tias que dizem: como você consegue trabalhar e cuidar da casa depois? O batente acaba sendo uma distração, mudança de ares e de ocupação. A gente descansa carregando pedra, mesmo.

O que aconteceu foi que por um novo presente divino eu fui convidada a trabalhar meio período quando a Júlia completava dez meses. Já estava mais resistente, independente, querendo engatinhar, já comia quase de tudo. Mesmo sendo um serviço menos “nobre” e interessante do que eu havia estudado para fazer, aceitei de bom grado. Estávamos mesmo querendo um dinheirinho a mais todo mês. Como não temos família perto, escolhi uma escolinha boa perto de casa e do trabalho e assim temos vivido. Muito bem, por sinal.

É maravilhoso saber que daqui a poucas horas irei buscar a pequena na escolinha. Ela se adaptou muito bem, gosta da interação com outras crianças, desenvolveu-se bem mais rápido desde que entrou no berçário. Ela chega já “almoçada” e nos divertimos a tarde e a noite toda. Puxado? Sim, continua sendo. Ao chegar em casa tem roupa a lavar, cama a estender, louça para lavar e janta a fazer. Mas tem sido uma ótima fórmula de equilíbrio para nossa família.

Não foi fácil no início, eu quase mor-ri nas primeiras semanas, de adaptação na escolinha. A Júlia estava em plena fase de angústia da separação, não queria me largar, chorava aos prantos enquanto eu ficava na sala ao lado da escolinha para ela se adaptar – aliás, que adaptação cruel essa exigida pela maioria das escolinhas…mas isso é assunto para outro post… Na primeira semana eu pensei em desistir. Tive o apoio da minha mãe, sogra e avó, e de várias amigas queridas, além da pediatra, que me disseram ser melhor esperar mais uma semana, afinal não é sempre que se tem uma oportunidade de trabalhar meio período. Na segunda semana, sobrevivemos. Ela não estava chorando quando ei a ia buscar, parecia estar se acostumando. Mas ficava séria comigo até chegarmos em casa, como se dissesse “Não estou entendendo nada, você me larga lá depois vem toda sorridente me buscar. Não estou gostando nada disso”. Na terceira semana, ela começou a dar sinais de que estava gostando da escolinha: se interessava pelas crianças, ia com facilidade para o colo da berçarista. E tudo se ajeitou, no fim das contas.

Hoje eu penso que teria me planejado melhor antes de ter filhos. Sabendo que a maternidade grita alto dentro da gente, e que é tão bom poder ficar mais com os pequenos (afinal a infância passa, e depois podemos voltar à carreira), eu teria me planejado para um trabalho mais flexível desde a gravidez. Mas isso também é assunto para outro post…

Mas não é uma equação fácil decidir se vamos ser mãe em tempo integral ou trabalhar. Cada família, cada mãe e cada bebê são únicos, e a decisão deve ser baseada na realidade e anseios de cada família. Para se balizar, seguem algumas dicas na hora de decidir. Acima de tudo, siga seu coração, não se penalize por sua decisão, e nada é eterno: você pode voltar atrás se achar que não fez a melhor escolha.

Questões para ajudar na decisão:

Trabalhar fora x Ser mãe em tempo integral

– O orçamento familiar precisa de sua contribuição? Se a casa precisa de seu salário, precisa e ponto. Seu filho vai entender isso. Avalie se há outras opções, como ganhar menos e trabalhar meio período, trabalhar de casa, e se compensa seu salário descontados os novos gastos com babá ou escolinha.

– Sua carreira pode esperar? Você tem de avaliar se vai perder muito se parar de trabalhar por um tempo,a té os filhos estarem maiores. Se você tem uma carreira consolidada numa empresa que gosta ou se passou em concurso público, é de se pensar abandonar isso.

– Você pode contar com a ajuda de familiares? Uma coisa que dá alívio a muitas mães que trabalham fora é poder deixar o filho ao menos meio período com mãe, sogra, marido. Claro que isso também tem suas desvantagens, como a criança ser mimada demais pelos avós ou conflitos na forma de educar. Talvez a melhor composição nesses casos seja meio período com avós, meio período na escolinha.

– Você está feliz ? Se tudo parecer lhe empurrar para trabalhar fora, mas você estiver feliz ficando em casa com os pequenos e vocês conseguirem ajustar orçamento a isso, por que não? Siga seu coração. A infância dos filhos passa, não demora tanto. Por outro lado, uma hora você pode sentir muita falta de trabalhar. Pode sentir falta de estar com mais gente adulta, se sentir útil para grandes projetos, trabalhar com o que gosta. Nesse caso, lembre-se que o mais importante para os filhos é terem amor, carinho e paciência. Eles vão ser mais felizes com uma mãe feliz e realizada, que vai chegar em casa cheia de amor para dar, do que uma mãe estressada a cada biscoito derrubado no chão.

Se você conseguir se planejar para ter uma licença maternidade de 6 meses, você terá conseguido muita coisa. E depois disso, é a hora de reavaliar que caminho seguir. A vida da gente muda e os sonhos e objetivos também. Os filhos nascem, muda-se muito. Depois crescem, e as coisas mudam também. Não se desespere, que tudo se ajeita. O importante é estar bem e dar muito amor aos filhos – é o melhor que você pode fazer por eles.

PS: A propósito, a foto do post é uma piada. Ninguém vai cozinhar de terninho pronta para o trabalho e resolvendo negociações ao telefone. Tem muita foto- abobrinha na internet a esse respeito…rsrs

Bebê doente : como tratar?

Por Carol Guilen

Nada deixa a gente tão preocupada quanto o filho doente, não é? Pode ser um simples resfriado…a gente vai levantar de madrugada para ver se está tudo bem.

Júlia pegou resfriado de novo. Deve ser 0 6º que ela tem. Pegou uns 5 resfriado de mim :/, uma leve conjuntivite e duas viroses, provavelmente na escolinha.

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Embora nós, mães de primeira viagem, tenhamos a tendência de correr para o Google e ligar para o pediatra ao menor sinal de febre, não há necessidade para desespero. Normalmente, uma febre infantil não dura mais que dois dias. Se ao terceiro dia a febre não ceder, ou se a temperatura estiver de 40ºC, vale consultar o médico. Crianças têm uma temperatura corporal um pouco mais alta que a dos adultos. Só é considerado febre a partir de 38ºC. Observe os demais sintomas para informar ao pediatra: tosse, nariz escorrendo, prostração, falta de apetite são pistas do que causa: resfriado, gripe, virose intestinal, conjuntivite são os mais frequentes. Se o cocô ficar mole e houver vômito, pode ser uma retrovirose, que derruba mesmo (mais adultos do que eles…), mas passa em no máximo dois dias. Se houver falta de apetite, pode ser por dificuldade de engolir devido a dor de garganta. Se o olho estiver vermelhinho e com secreção amarela, deve ser conjuntivite, e o tratamento é simplesmente ir pingando soro para lavar e aliviar a coceira.

Apesar de ser um momento difícil, essas pequenas enfermidades passam rápido em crianças. Eu juntei algumas dicas importantes para prevenir e tratar essas doenças. E servem também para adultos!

1. Amamente – o leite materno tem anticorpos e nutrientes, por isso funciona como um soro fantástico! Amamente seu filho o máximo que puder, e enquanto ele estiver doentinho, aumente a frequência das mamadas. É a melhor coisa que você pode fazer por ele.

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2. Hidrate – se seu bebê já come, ofereça água com bastante frequência. A hidratação adequada ajuda a curar resfriados, previne desidratação por diarréia, etc. Ofereça principalmente água, mas também sucos, especialmente os que têm vitamica C, que ajudam o sistema imunológico (laranja, maracujá, abacaxi, acerola).

3. Alimente bem – o pequeno pode ficar sem apetite, então ajude-o oferecendo vários tipos de comida. Geralmente comidas mais pastosas ou líquidas são mais aceitas. Sugestões são canjas e sopa de fubá para viroses em geral, caldinho de feijão com azeite para resfriados. De lanche para os resfriadinhos, ofereça banana com mel e aveia, abacate com limão, etc. Vale até deixá-los comer mais biscoitos, porque quando estamos nos recuperando de doenças o corpo exige mais calorias. Se não quiser comer nada, tente vitaminas e sucos reforçados com leite ou mais de uma fruta.

4. Deixe o ar correr – nada de fechar a casa com medo de qualquer brisa. É preferível colocar uma meia, uma blusinha mais quentinha, mas deixar a casa arejar. Na menor oportunidade, leve o bebê para tomar um pouquinho de sol, sempre antes das 10h e depois das 16h. Casa fechada só faz os vírus sobreviverem mais tempo e contaminarem outras pessoas da família.

5. Limpe tudo – passe um pano na casa (não espane ou varra, que levanta poeira), troque a roupa de cama e principalmente as toalhas. Lave bem as mãos suas e as da criança. Assim você evita recontaminação e transmissão para os outros membros da família.

Se você pegou um resfriado ou virose e não quer passar para o bebê, vale amarrar um pano no nariz e boca ou usar uma máscara descartável (dessas cirúrgicas que vendem em qualquer farmácia) na hora de trocá-lo ou amamentá-lo. É quase impossível não passar para ele, mas não custa tentar.  

Boa sorte e calma, que passa rápido!

Qual a melhor marca para meu bebê? Avaliação de fraldas etc.

Na hora de escolher os produtos para usar em nosso bebê sempre tomamos mais cuidado que com nós mesmos. Afinal, são seres tão pequenos, dependentes de nós, tão frágeis. Esse cuidado é mais do que merecido.

Por isso escrevo aqui a avaliação de alguns produtos que usei na Júlia, principalmente fraldas. Claro que cada mãe e cada bebê têm sua experiência, mas acho que uma opinião de alguém que já passou 1 ano experimentando pode ajudar muitas mães de primeira viagem.

Fraldas – a própria pediatra da Julia disse que, para recém-nascidos que trocam de fraldas com muita frequência, não é necessário gastar com fraldas caras. Para nossa pequena, achamos uma fábrica aqui de BH que produz fraldas simples a um preço bem acessível. Como era a mesma marca usada na maternidade em que ela nasceu e a Júlia não tece alergia com ela, foi a que usamos no início. Com o passar do tempo, são necessárias fraldas melhores, que não vazam com os (muitos) movimentos do bebê, e que são capazes de aguentar maior quantidade de xixi. Por outro lado, vazamentos com cocôs “explosivos” deixam de acontecer, já que as fezes passam a ser mais duras.

DICA: sempre que for comparar preços, divida o preço do pacote pela quantidade de fraldas que vêm nele, assim você tem o real preço por fralda.

Por ordem de pereferência pessoal:

Pampers – minha preferida (e também da Indigui), por ser bem macia, flexível de um material que parece deixar a pele respirar mais. O poder de absorção é alto. E ainda por cima é uma das mais baratas, considerando o preço unitário da fralda (ao menos na rede de mercados Hiperminas aqui de BH).

Huggies/Turma da Mônica – ótimo poder de absorção, uma das mais conhecidas do mercado, porém acho que perde para a Pampers em flexibilidade. É um material mais rígido, menos flexível. Mas é uma excelente fralda também, muito confiável para não ter vazamentos. Parece causar um odor mais forte que o da Pampers e outras…

Pompom – menos famosa, mas flexível e macia o suficiente. Sem problemas de odor e boa absorção. Usei já faz um tempo, mas lembro-me de que gostei. Só não compro mais porque nem sempre o preço unitário ganha da Pampers, e porque não se acha em todos os mercados por aqui…

Cremer – experimentei há pouco tempo. É uma fralda mais simples, com material bem macio porém que parece mais plástico nas abas em contato com a perninha (parece deixar a pele respirar menos). Tem um cheirinho gostoso que disfarça o mau cheiro de xixi. Isso pode ser um ponto positivo ou não, considerando que é uma “química” a mais em contato com a pele do bebê. Não parece ter tanto poder de abosrção quanto a Pampers e a Huggies, ficar atenta com as trocas para não ter vazamentos.

Babysec – experimentei ontem pela primeira vez. Também é uma fralda mais simples, mas muito boa. A flexibilidade fica entre a Huggies e a Pampers. O material das abas também é mais plástico, mas também suficientemente macio. Vazou ontem após eu esticar a troca para 4 horas (o xixi se concentra na parte frontal, e o gel não aguentou). Apesar disso, considero uma opção boa. Mas o preço unitário por aqui perde para as demais. Julia já dormiu com ela sem vazamentos a noite toda.

Outros produtos:

Lenços umedecidos – Eu, sinceramente, prefiro a boa dupla  água e algodão. Apesar de em toda embalagem de lenços umedecidos vir a expressão “hipoalergênico”, “natural”, etc, vai ler a composição para ver quanta coisa sintética eles botam num simples lenço para limpar bumbum…rs. Em todo caso, para viagens e passeios por lugares desconhecidos muitas vezes eles são uma mão na roda. Para esses momentos gosto dos lenços da Huggies ou Baby Wipes. Têm perfume menos forte e nunca irritaram a pele da Julia. Já o da Natura Mamãe e Bebê causaram nela uma baita alergia, acho que porque eles exageram na quantidade de perfume.

Xampu e sabonete líquido – Ninguém resiste a um bebê cheiroso. mas perfume demais pode não ser bom, principalmente para bebês menores ou alérgicos. Eu gosto muito dos sabonetes glicerinados da Pompom e da Granado. Aliás, a linha de produtos da Granado para bebês é bastante suave, ideal para recém nascidos. Vale lembrar que, se você costuma dar banho mais de uma vez no bebê novinho, não precisa usar sabonete e xampu em todos os banhos – ou use pouco. A famosa linha da Natura Mamãe e Bebê é boa, mas recomendo para bebês maiores, por ter uma fragrância forte demais. O xampu da Huggies tem um cheirinho delicioso, mas é muito espesso, acaba caindo muito mais que o necessário.

Hora de fazer o bebê dormir….e agora?!

Por Dan Lima

 

Pois é… para muitos pais de primeira viagem, a hora de dormir é sinônimo de desespero.

 

Com a Júlia não podemos reclamar. Ela sempre dormiu muito bem. Mas sempre há exceções… rsrsrs

 Existem muitas técnicas e dicas para facilitar e induzir os pequenos a cair no sono. Mas fique tranqüilo,  tem dia que nenhuma técnica funciona e o jeito é apelar.

 Antes da Júlia chegar eu ouvia muitas histórias inusitadas de pais que faziam as maiores peripécias para os filhos dormirem:  contar histórias, dar banho, e até andar de elevador. Mas a campeã era dar uma volta de carro no quarteirão.  Eu achava tudo isso uma lorota e falta de capacidade paterna em “domar” os filhotes.

Pois bem, paguei língua !!

ImagemFica uma dica. Nunca desdenhe as estratégias soníferas alheias, pois um dia você precisar delas.

Na quinta passada a Júlia deu um show.

Acumulou tudo: agitação, resfriado, dente, nariz entupido enfim, ela estava uma pilha de nervos.

Tentamos de tudo: banho, histórias (três no total), bolacha, biscoito, leite materno, carrinho, colo com balanço, colo sem balanço, cantigas, Palavra Cantada, Galinha Pintadinha nada, definitivamente nada fez a pequena cair no sono. Até que veio à lembrança, CARRO!

Não pensamos duas vezes. Peguei a Júlia, coloquei no carro e sai para dar uma volta. No início ela chorou mas aos poucos foi se entregando até que dormiu.

Eu sei que não se pode acostumar as crianças com esse tipo de coisa, mas tem hora que não dá. A vida real é muito diferente da relatada nos livros, sites e blogues.

Fica aí a dica.

Bons sonhos para os pequenos e para os pais !

Tudo Azul!!

 

 

Por Emília Gois

Depois de muita ansiedade, palpites e especulações, enfim, descobri que meu bebê é um MENINO!

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É um momento mágico, uma alegria única! Eu e o João (marido) ficamos simplesmente “fora de órbita” durante a ultrassonografia morfológica. O médico mostrou cada pedacinho do nosso bebê e ficamos vidrados naquelas imagens, com os olhos fixos no vídeo, sem piscar para não perder nenhum detalhe, mesmo sabendo que tudo estava sendo gravado em DVD. Aliás, já assisti ao vídeo umas dez vezes, principalmente a parte que mostra os pezinhos, fiquei encantada! É um alívio saber que está tudo bem, que ele é perfeitinho!

Na hora de saber o sexo do bebê o meu coração disparou mais ainda, foi possível reconhecer nitidamente, eu falei em voz alta, antes do médico: é um menino! Meu Deus, que felicidade tomou conta de mim! Eu fiquei rindo a toa, saí do consultório em êxtase, enxergando tudo azul (que sempre foi minha cor predileta). É uma emoção indescritível!

Como ainda não havia comprado nada para o bebê esperando saber o sexo, a primeira coisa que fiz, depois de ligar para meus pais, irmãos e sogros para dar a notícia, foi comprar uma roupinha azul para meu homenzinho se sentir acolhido, rsss.

É incrível como tudo se torna diferente após esta ultrassom. Agora posso conversar com meu bebê chamando-o pelo nome: IGOR. Ele já havia sido chamado de vários outros nomes pelos curiosos de plantão, mas agora é diferente, o Igor tem sua identidade, deve ser respeitado, kkk.

Ai, que delícia viver estes momentos!

Minha gestação se dividiu em duas etapas: antes e após a ultrassonografia morfológica. A segunda etapa está bem mais movimentada. Ando muito ocupada com os preparativos para receber o Igor. Pesquisas para comprar o enxoval, móveis, decidir as cores da decoração (incluindo o azul, claro, rs!), planejar o parto, etc… Minha cabeça anda cheia de coisas boas, rs.

Sei que minha jornada de mãe não será fácil, sei que minha vida vai mudar, sei que vou passar muitos apuros até aprender a cuidar do Igor, mas, no presente momento, estas coisas estão longe de ocupar meus pensamentos. Só penso em como será fantástico ver o rostinho dele, amamentá-lo, vê-lo sorrir pela primeira vez, acalentá-lo simplesmente com o meu cheiro… ai, ai… Acho que fiquei boba! Mas, e daí? Quero ficar para sempre boba se for para me sentir tão feliz. Quero para sempre enxergar tudo azul!

Certo ou errado? Castigo, palmada ou cadeira do pensamento?

Por Carolina Andrade

Certo ou errado?

Na arte de educar sempre me surgiu a preocupação: será que estou fazendo certo?

Meu pequeno já tem 4 anos e é muito sapeca, mas muitoooo sapeca mesmo rsrsrs e sempre me pergunto qual é a melhor maneira de educá-lo. No início pensei que fosse fácil, já havia lido várias revistas sobre o assunto e assistidos muitos episódios do programa Super Nany, mas com o tempo descobri que as coisas não são dão fáceis assim…

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Quanto às correções, não demorou muito tempo para a cadeirinha do pensamento se tornar um local de brincadeira, as palmadas virar motivo para ele acreditar que poderia fazer o mesmo comigo e as conversar se tornar um blá blá desnecessário (como ele mesmo me diz) rsrs Mas como assim? A cadeirinha do pensamento funciona muito bem com as crianças que passam pelo Super Nany, as palmadas funcionaram com minha mãe e todos dizem que conversar é a melhor maneira? Oque que eu estou fazendo de errado? Acredito que essa foi a minha indagação até a poucos dias atrás rsrrs quando enfim percebi que as crianças apesar de serem muito parecidas, cada uma tem um jeito de lhe dar com as correções e que elas já nascem com uma determinada personalidade. Não cabe a nós, pais, simplesmente exigir que nossos filhos sejam um anjinho ou até mesmo um robozinho rsrs.

Hoje educo o Pedro através de exemplo e de muita conversa (com direito a ilustrações na internet rs). Às vezes até dou umas palmadinhas ou ponho ele para pensar também, mas tudo de acordo com os fatos. O que importa é que me dei conta de que cada caso é um caso e que não existe um culpado pela “mal criação” do meu filho. Educar é persistir. Eu estou fazendo a minha parte e acredito que com o tempo as coisas vão se chegando no lugar, como dizem por ai: “é uma fase, vai passar.” Temos é que ter paciência e não deixar de insistir naquilo que achamos certo diante dos nossos princípios e crenças.

Confesso que seria muito bom se existe uma fórmula secreta para se educar um filho ou um manual de instruções individual rsrsr, mas como não existe, vou continuar tentando educar meu filho mostrando a ele as consequências de seus atos. Errando, acertando e principalmente aprendendo e crescendo juntos. Ninguém nos disse que seria fácil, mas com amor, paciência e persistência acredito que tudo se torna possível.

 

 

Grávida de primeira viagem!

Por Emília Góis

emiliaEstou grávida do meu primeiro bebê… Uhuu Grávida!!!  Grávida??? Finalmente!!! E agora???

Quando descobri que estava grávida, um misto de emoções tomou conta de mim. Não sabia se ria ou chorava, se sentia medo ou alegria.

Estou com 19 semanas de gestação e ainda sinto uma mistura de emoções: Felicidade + ansiedade + medo + insegurança = grávida de primeira viagem!

Passei por momentos difíceis no inicio da gestação, além dos enjoos, tive sangramentos, precisei ficar de repouso e minha vida ficou cheia de restrições. Os primeiros três meses foram complicados, eu tive medo de perder meu bebê. Não sabia se curtia a gestação ou se era melhor não ficar muito confiante… Graças a Deus o risco passou. Hoje eu e o bebê estamos bem.

Agora, outras emoções tomaram lugar da incerteza. A ideia de ser mãe ficou mais concreta. Porém, estou bastante ansiosa por vários motivos: saber o sexo do bebê, comprar o enxoval, como será o parto e outras questões. Não estou dormindo bem, tenho muitas alterações de humor, choro de tristeza (sem motivo) e fico alegre com coisas bobas. Felizmente, os enjoos e o mal estar já me deixaram.

Dizem que o segundo trimestre é o melhor período da gestação… Acho que é verdade! Há uma semana, pela primeira vez, senti meu bebê mexer. É uma sensação maravilhosa que fortifica nosso vínculo, aumentando meu amor por esta vidinha. O dia que ele está quieto eu fico preocupada, rs! A barriga já está grande e bem definida, o que faz com que as pessoas notem que estou grávida e me tratem com cuidados e mimos. Eu me sinto mais bonita e importante, kkkk.

Farei o ultrassom morfológico daqui a duas semanas, mas, parece que vai demorar uma eternidade… Muito, muito ansiosa! Menina ou menino? Todos perguntam e fazem até apostas, rs. Eu não tenho preferência, quero saber se está tudo bem com meu bebê, se está saudável. Mas, não posso mentir, também estou doida para saber o sexo! Comprar as roupinhas, sapatinhos… ai que delícia!

Estou descobrindo que a gravidez é cheia de sentimentos adversos. Porém, acima de tudo, há um sentimento enorme, puro, infinito, que toma meu coração: a FELICIDADE! Um sorriso desponta em meus lábios só de pensar que, daqui a alguns meses, verei o rostinho do meu bebê e poderei viver a tão sonhada experiência de ser MÃE!

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